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Brinquedos


Acho que naquela época não tinha tanta mídia gritando o que eu deveria gostar ou não, nem tanta gente na internet querendo me condenar pelos meus gostos.

Ob.: O bonequinho decrépito era pra ser o Hyoga dos Cavaleiros do Zodíaco que eu brincava quando era bem pequena. Obviamente eu não sabia montar a armadura e perdi todas as peças.

Robin Hood

 

"Engraçado," comentaria a moça do banco, observando o homem amarrado e se contorcendo, "a voz dele parece um pouco abafada". "Ah, ele tá gripado", eu responderia. Nós duas sorriríamos e proseguiríamos despreocupadamente com a transação. Afinal, aquilo seria só tomar de volta o que era nosso desde o início, não?

Filme em casa

 

E se você insiste em ver até o final, acaba dormindo em vários pontos e a história do filme fica cheia de buracos que você não lembra. Aí você precisa começar uma busca sanguinolenta e frenética enquanto é perseguido por assassinos profissionais para tentar preencher esses espaços em branco que ficaram na sua memória. Espera, era sobre isso mesmo o filme do Bourne? Eu não sei, dormi no final.

Macaquinha

 

 No outro dia fui ao zoológico e fiquei um tempão vendo os macaquinhos pularem. Um deles, uma hora, pegou uma banana para comer. Ao invés de descascá-la como nós fazemos, "folha" por "folha", ele descascou só uma das folhas e, como que abrindo um livro, ele empurrou a banana por baixo e tirou todo o seu interior de uma vez pela única folha que descascara. Foi um dia humilhante, porque eu descobri que tem macaco por aí mais esperto que eu.

Blackout


Faltou luz. "Droga!". Vai no banheiro. Aperta o interruptor. Luz não acende. "Ah é, droga!". Vai na cozinha. Aperta o botão de fogo no fogão. Ele não acende. "Ah é, droga!". Vai pra sala. Pega o telefone sem fio. Ele não dá linha. "Ah é, droga!". Volte ao início do parágrafo e repita.

Perspectiva felina - pt. 2

 

Isso explica por quê ela se esfrega tanto nas minhas canelas: ela está tentando lustrar o metal brilhante do qual ela pensa ser feito o meu corpo.

Debaixo d'água


Uma vez levantei uma discussão com meus amigos acerca de experiências impossíveis que se tornam possíveis nos nossos sonhos. Por exemplo, quem nunca sonhou que estava voando? Se no sonho você acreditava piamente que aquilo estava acontecendo, será que então podemos considerar que você já passou sim pela experiência de voar? 

Aí uma amiga levantou um ponto de que, mesmo que fosse uma experiência real no sonho, o que você sentia nela ainda era baseado no que você conhece em vida, já que de fato você nunca voou e não sabe como seria essa sensação na vida real.

O que isso tem a ver com a tirinha? Recentemente eu tive um desses sonhos em que a gente está voando, e quando acordei percebi que o meu "voar" em determinado momento do sonho era idêntico à nadar, só que no ar.

Enfim, falei isso tudo só pra reforçar a minha tese na tirinha: ficar debaixo d'água é iradíssimo!

Legendas

 

Eu sei que na grande maioria dos casos a culpa não é do tradutor, e sim das empresas e distribuidoras que exigem que eles cortem o texto para tentar diminuir a classificação dos filmes/seriados, mas me explica porque até filmes 18 anos (como Dredd, que eu vi esse fim de semana) também têm que vir polidamente livres de palavrões e "coisas feias"? O indivíduo de 18 anos tem que ser protegido disso? Por que não temos direito a ter acesso ao texto original traduzido, e por isso somos obrigados a ver sempre versões alteradas dos filmes? E, enfim, por que os filmes brasileiros (e até novelas) podem vir cheios de palavrões, e os estrangeiros tem que ser "censurados"?

Saindo das controvérsias, feliz Dia do Tradutor atrasado (foi dia 30) àqueles que exercem essa estressante profissão! °ᵕ°