Chaves

 

Um dos motivos que fazia com que Chaves fosse tão querido era o fato de ele ser tão absurdamente parecido com todos nós, e ao mesmo tempo representar um espelho de como nós realmente queríamos ser. Parecido porque ele não era perfeito; Chaves tinha inúmeros defeitos e falhas de caráter, sofria as injustiças da vida e precisava batalhar para seguir em frente. Como nós realmente queríamos ser porque, apesar de tudo, ele sempre aprendia suas lições e prevalecia como uma pessoa boa e com consciência, enfrentando todos os seus obstáculos com humor e aproveitando cada pedacinho de alegria que pudesse encontrar pelo caminho. Independente disso tudo, porém, Chaves era um amigo que cresceu conosco. E a sua partida é quase como a perda de um. Obrigada por tudo, Chavinho! Sentiremos saudades.


Fangirls e suas definições demográficas

como as fangirls realmente se definem com seus fandoms

Confesso que fui abençoada com uma paciência infinita para a maioria das coisas, incluindo lidar com pessoas. Quando alguém me surpreende com um gosto completamente contrário ao meu, o máximo que consegue arrancar de mim na maioria das vezes é uma sobrancelha arqueada de "nossa, sério?". Deve ser por isso que eu realmente não entendo briga de fandom. De onde vem tanto ódio, gente? Se vocês gastassem menos tempo concentrados na chuva de hate para os coleguinhas, sobraria muito mais energia para aproveitar o seu próprio fandom, sabe. Bora respeitar a opinião dos outros e ser feliz coletivamente. Que tal?

Obs.: Sugestão de tirinha da Gui Liaga.




A Bienal de Minas foi linda! Conheci um monte de gente legal e participei de um montão de atividades. Postei todas as fotos lá no Facebook. Obrigada a todos os que compareceram (fisicamente ou na intenção). Vocês são lindos!


Abanando o rabo

 

Enquanto isso, Srta. Garrinhas lê esta tirinha e sorri maquiavelicamente. Em sua mente brotam os esboços para o primeiro avião à jato felino impulsionado 100% por energia canina. A dominação está cada vez mais próxima.

Preconceito literário

 

A literatura para jovens adultos sofreu um boom enorme nos últimos anos e não é só porque o público é ávido pela leitura. Acho que cada vez mais os autores descobrem a maravilha que é trabalhar com protagonistas de 16-17 anos, uma vez que, como personagens, eles oferecem mil facilidades para a narrativa, de modo geral. Por serem jovens, não precisam de um passado tão vasto quanto alguém que já viveu quarenta anos, e ainda têm espaço para crescer e se desenvolver junto ao leitor. Além disso, a adolescência e os hormônios à flor da pele com novas experiências fazem os personagens mais intensos, o que ajuda a agregar drama e sentimento à trama. Como facilidade para o roteiro, ainda, o jovem também não tem as responsabilidades que "prendem" as ações do adulto, normalmente. Em resumo: o personagem jovem adulto é um protagonista livre para ser moldado e para crescer com o leitor, facilitando a identificação. Perfeito! Mas isso é só a minha opinião. O que vocês acham?

Extra: não falei sobre preconceito literário no comentário porque tenho alguns links pra compartilhar com vocês que já cobriram o assunto muito melhor do que eu. Divirtam-se. ​°ᵕ°



Sobre leituras e leitores, por Taissa Reis.



Em dias lindos

Como nos comportamos em lindos dias de Sol 

Após analisar minhas olheiras, minha pele pálida e minha reação de sibilar e me contorcer quando a cortina é aberta e sou exposta ao Sol, pesquisadores do departamento de História da Universidade de Cambridge publicaram um estudo sobre o meu possível papel como inspiração no surgimento do mito do vampiro moderno. Seria meu comportamento aos domingos de Sol a peça do quebra-cabeça que faltava para entendermos o desenvolvimento de milênios desta figura fantástica tão querida pela ficção mundial? O estudo pode ser lido na íntegra na minha imaginação.com.

Obs.: Mentira, eu nunca deixo a janela fechada, hahahahah. Preciso deixar aberta para a Srta. Garrinhas entrar.


Fernanda Nia na Bienal de Minas Gerais


Barganhas diabólicas


Ou então, ao invés de pedir a voz dela, Silviúrsula pede a senha das suas redes sociais (que é praticamente a mesma coisa). Aí Ariel viveria muito bem como sereia pra sempre, muito obrigada.

Obs.: Bolinhos de BH, não se esqueçam que vai ter lançamento do livro do Como eu realmente na Bienal, no dia 23! Todas as infos aqui. Espero vocês por lá. <3

Srta. Garrinhas Ninja


Srta. Garrinhas, gatōnin mestre no jutsu de manipulação de humanos, kyuubi de uma cauda, Hokage da Vila de Minha Casa. Se Naruto deixasse que ela e seu chakra incomensurável cuidassem dos vilões desde o início, o mangá terminaria no primeiro capítulo, e não ia nem precisar do clássico flashback elaborado onde o personagem busca em seus conflitos psicológicos passados a força para derrotar seu inimigo atual no último segundo - aquele que tem em toda luta de Naruto EVER.


Obs.: Essa foi a primeira tirinha muda do Como eu realmente. O que vocês acharam? :)


Eventos ao ar livre


Aconteceu ano passado mesmo, enquanto eu andava pelo sambódromo do Rio de Janeiro à caminho do show do Aerosmith. Caiu uns dois rios Amazonas do céu, juro pra vocês. Saí de casa como a Coco Chanel do rock chic e cheguei no palco já parecendo um dementador albino.




Vai ter Como eu realmente na Bienal de Minas!!

Isso mesmo, seus bolindos! Estarei viajando para esta terrinha linda que tem duas das coisas que eu mais gosto no mundo - vocês e queijo minas - para participar da Bienal no dia 23 (domingo). Os horários completos estão no evento abaixo do Fb. Estou doida para conhecê-los!




Mercado da moda

 

As massas sempre almejam se vestir e se portar como os ricos, celebridades e formadores de opinião, enquanto estes estão sempre tentando buscar coisas novas para se diferenciar das massas. Caímos no loop eterno que alimenta o consumismo moderno no mercado da moda. Sorte que descobri como sair dele. Prometi a mim mesma que só ia comprar roupas novas quando emagrecesse. Pronto, nunca mais vou comprar mais nada.

Obs.: Realmente existe uma teoria antropológica que estuda esse movimento de imitação/diferenciação, é a Teoria Trickle-Down.





SAIU A SURPRESA DE HALLOWEEN!!! Com vocês, a primeira coletânea de contos especiais do Nem um pouco épico! 13 autores nacionais, incluindo eu, foram convidados a escrever pequenos contos divertidos e/ou assustadores para mostrar que o Dia das Bruxas é muito mais que as reprises de Abracadabra na Sessão da Tarde. Ainnn, as histórias ficaram TÃO legais!


A que eu escrevi é a "A caçadora", a história de uma órfã que acompanha uma misteriosa caçadora de demônios e aos poucos descobre que ela não era aquilo que esperava. Corre, galera! Em todos os sentidos. Espero que gostem!





Novo evento no Rio de Janeiro, bolindos! Estarei participando do Projeto Paixão de Ler deste ano, que traz dezenas de programas culturais gratuitos pela cidade. Meu horário será no próximo sábado, 08/11, às 11hs, na Valongo Mais Social - Praça Jornal do Comercio - Saúde, próximo ao Centro do Rio. Espero vocês por lá! :)