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Caindo

19 de outubro de 2014

 

Eu queria muito escrever um comentário engraçado sobre essa tirinha, mas meu cérebro está ocupado por imagens ininterruptas de montagens da Niazinha do primeiro quadrinho voando por aí (no momento ela está nos braços do Jack, na pontinha do Titanic) e não consigo pensar em mais nada. Desculpem.


Leitor digital

15 de outubro de 2014


Tenho lido muita coisa em inglês nele, e uma das funcionalidades que eu mais gosto é a de você ter dicionário ao clicar em qualquer palavra. Estou aprendendo definições super específicas para palavras que antes eu, por não saber, imaginava o significado geral pelo contexto e passava direto. Saber o sentido específico enriquece bastante o texto (e o seu vocabulário também). Por exemplo, a língua inglesa tem um montão de palavras únicas para cada tipo de sorriso, a maioria até sem tradução. O ruim disso tudo é que depois você quer descrever algo, lembra da palavra em inglês perfeita mas não consegue nenhuma equivalente em português. Dá uma agonia! >_<



Obs.: Quem não pegou ou é muito novo, essa música que eu coloquei na tirinha é a A Miragem, música exageradamente romântica cuja repetição desenfreada enjoou 190 milhões de brasileiros durante a lendária novela O Clone.


Imaginação

12 de outubro de 2014


Essa foi uma das tirinhas mais difíceis que fiz até hoje. Ahn? Não, não por causa da arte. É que é extremamente difícil pra mim admitir que algo era melhor que a boneca da Mulan que eu tinha. Fala sério, você puxava uma cordinha nas costas dela e o cabelo (preso como na tirinha) vinha enrolando até fazer um coque! E você ainda podia esfregar a cara dela no gelo do freezer até a maquiagem desaparecer! Era tão legal e mágico (e tóxico, porque pra isso funcionar aposto que tinha umas químicas bem brabas)! Ahhh, saudades, infância.

Feliz Dia das Crianças (a nossas crianças interiores também)!

Obs.: Sim, eu também tinha o Hyoga, apesar de ter perdido toda a armadura dele desde o primeiro dia. Até tem foto lá no Facebook.
Obs.: Como sempre, a ilustração final aqui embaixo. Pra ver maior é só clicar.


Jogos de tabuleiro

8 de outubro de 2014

 

Sim, a criança sem-vergonha trapaceando descaradamente era personagem obrigatória em qualquer grupo de brincadeira. Não sei o que se passava na cabecinha comedora de Danoninho dela. Como se ganhar em um jogo bobo fosse torná-la uma mini entidade divina entre as coleguinhas mortais. Se bem que... Isso não é o que os próprios adultos vivem tentando fazer na vida - provar seu valor perante os outros das formas mais irracionais possíveis? Usando os motivos mais fúteis, as justificativas mais materiais? Hummm. Talvez todos devêssemos dar uma paradinha agora para reler o manual.


A grande batalha

5 de outubro de 2014


Hoje o comentário não vai ser meu, e sim do Natan Gatti, um jovem que está atualmente enfrentando a sua própria batalha contra o câncer e decidiu começar uma campanha de incentivo ao cadastramento para doação de medula óssea, que ele mesmo precisa para combater a leucemia. Sua mensagem chegou até mim através de uma leitora, e agora a compartilho à vocês. Cadastrem-se também ou, caso não possam, passem a mensagem adiante!




Mais informações sobre Doação de Medula Óssea »


Fora isso, não se esqueçam que vocês também podem ajudar na batalha contra o câncer ajudando as instituições específicas, como a GRAACC, e suas campanhas de conscientização/doação.


Update: Opa, o Fex me avisou que já havia uma tirinha com uma ideia parecida publicada pelo grande Mentirinhas em 2012. Eu não tinha visto, mas é linda demais e, sobre esse tema, todas valem o compartilhamento. Não deixem de ir lá vê-la também!


Água bipolar

1 de outubro de 2014

gosto da água em diferentes copos 

Não é só o material do copo que altera a nossa percepção do sabor da água. Aliás, infinitos fatores influenciam o que achamos quando fazemos qualquer refeição. Comer é uma experiência multissensorial. Seu veredito da comida vai depender do lugar onde você está, da sua companhia, do seu estado de espírito, do clima, da apresentação do prato e, enfim, do gosto (que por sua vez também é altamente influenciado pelo seu olfato e pela área da língua). Afinal, de que adianta botar pra dentro o macarrão mais saboroso do mundo, se você está comendo ele sentado no meio fio, debaixo de um temporal e com um certo político bigodudo desagradável do lado? Assim nem vale à pena.

(Menos queijo com goibada. Queijo com goiabada é bom até no lixo.)


Humor

28 de setembro de 2014

 

Ok, tudo bem. Eu também rio das piadas do primeiro caso. Tanto quanto rio do pato de gravata. Eu rio de quase tudo, aliás, seja o ápice do sarcasmo social ou seja um bando de patos usando vestidos do século XVIII. Considero isso uma dádiva, e tenho pena daquelas pessoas cujo sorriso é tão difícil de arrancar. Deve ser uma vida triste aquela que não conta com a graça das pequenezas da vida.


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