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Máscara

21 de setembro de 2014


Por medo do julgamento alheio, vestimos nossas máscaras de convivência de acordo com o que achamos que vai agradar aos outros. De acordo com o que queremos que eles vejam em nós. Mas isso nos afasta de quem realmente queremos ser, deturpa nossas escolhas e nos prende ao chão. Portanto, larguem as máscaras. O mundo é infinito demais para ser vivido com tantas limitações.



Obs.: Mais uma tirinha em que fiz o desenho final antes de saber qual seria a tirinha dele. Mas também acho esse caminho inverso um exercício legal. Pego a ilustração e vejo o que ela me diz, o que sinto com ela, e nasce a tirinha. É um processo mais intuitivo e subjetivo. Me agrada. Mas enfim, a ilustração original quando eu a havia postado no Facebook, para quem quiser ver melhor:



Insegurança

17 de setembro de 2014


Parte dessa insegurança constante que nos afeta também é culpa das redes sociais. Elas sempre nos rodeiam com pessoas exageradamente intolerantes. Vira e mexe vejo alguém compartilhando uma mensagem de ódio por algo que eu nem reparo ou considero totalmente banal, tipo: "essa gente que termina frases com ponto final, ODEIO com todas as forças do meu ser, dos meus antepassados e dos nossos espíritos guardiões!". Acontece tanto que começamos a acreditar que todo mundo é assim. Começamos a questionar cada dedo movido ou palavra dita por nós, achando que incomodamos alguém. Isso é perigoso, já que pode levar à depressão ou a outros problemas psicológicos, como vemos em muitos jovens por aí hoje em dia. Portanto, é sempre importante saber respirar fundo e passar de queixo erguido quando vemos esse tipo de crítica. Afinal, quem tem o problema mais grave não é você, e sim aquela pessoa que não consegue ser feliz porque se irrita com cada gota d'água espirrando no oceano.


Obs.: Essa tirinha é a continuação da tirinha sobre impressionar alguém


Srta. Garrinhas no colo

14 de setembro de 2014

 

Quer dizer, ou ela me ama ou ela pensa que está me moldando e esculpindo conforme a sua vontade. Ou os dois. Só uma coisa é certa: não importa o movimento, o bumbum felino sempre está posicionado para a admiração do súdito humanoide.

Obs.: Tá rolando campanha pelo voto consciente lá na página do Facebook. Não deixem de participar, seus bolindos!


Caligrafia

8 de setembro de 2014


E é bem nessas condições que eu normalmente tenho que autografar o livro do Como eu realmente. Ou pior: também o faço em pé e conversando com a pessoa (perdão por não conseguir assinar com a obra-prima que vocês merecem, meus queridos leitores bolindos!). Sério, no final das sessões de autógrafo a minha letra já está tão ilegível que eu saio direto oferecendo workshop para alunos de medicina querendo aperfeiçoar a caligrafia para a profissão.

Obs.: Brincadeirinha, tá? Hahahahahah.
Obs.2: Gibicon foi LINDA! Mas aproveitei para dar um pulinho aqui em Foz do Iguaçu. Posto as fotos do evento assim que voltar, ainda essa semana. Obrigada por tudo!!


Desenhos tradicionais

3 de setembro de 2014

 

Não sou contra nos acostumarmos às facilidades que a tecnologia nos traz. Seria como se o homem das cavernas se recusasse a usar o fogo que inventou por "deixá-lo mimado demais". Mas é importante que ele lembre que quanto mais fogo à sua volta, mais difícil fica enxergar as estrelas. Sendo assim, que usemos a tecnologia sempre que nos for útil, mas que nunca percamos de vista a essência e a beleza da vida sem ela.



Essa Niazinha da tirinha é uma versão feita com mais calma da que pintei ao vivo na Bienal do Livro de São Paulo, enquanto fazia piadinhas bobas e trocava sorrisos com os passantes. Falando em Bienal, ELA FOI LINDA, gente! Ganhei abraços, presentes, sorrisos e amigos. Conheci tanta gente sensacional (e só uma parte delas está nas fotinhos aí embaixo)! Só teria sido mais perfeito se tivesse mais dias. Obrigada por tudo, queridos! 




Debate político

27 de agosto de 2014


Será que a possibilidade de fazer piada dos candidatos das eleições consegue atrair os jovens para a política e ensiná-los o suficiente para se engajarem e votarem com consciência? Provavelmente não, mas quero pensar que sim. Mesmo que seja só um sonho ou delírio meu, é reconfortante acreditar nessa realidade utópica onde a zoeira tem papel social.

Obs.: Mas ainda estou querendo repostar a campanha pelo voto consciente das últimas eleições, mesmo assim.


Bienal do Livro

24 de agosto de 2014


Às vezes me pergunto que distância eu somaria se juntasse cada palavrinha de cada livro que já li uma depois da outra, como se fosse possível calcular de forma racional até onde as palavras já me levaram. Então mudo de ideia e penso que é melhor não saber. A subjetividade faz parte da magia da literatura.


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