Nia-ha e Lady Garras em... Baú (pt.2)


Um figurante aleatório cruza com a heroína na rua. Ele aperta os olhos, intrigado, e reconhece aquele amuleto que ela carrega no pescoço. Tem as iniciais do nome dele. Tem a foto da esposa dele. Mas a heroína não quer devolvê-lo. Diz que ganhou de um baú em uma casa. Que é dela. Agora o homem precisa batalhar com a ladra maldita para recuperar seus pertences. Ela o mata.

...E agora? E se todos os vilões figurantes que matamos nas nossas jornadas eram apenas pessoas nos atacando porque lhes fizemos algum mal? Porque roubamos suas coisas, batemos em seus parentes? Será que toda nossa vida tem sido uma mentira? Será que no fundo somos nós mesmos os vilões?


13 comentários :

  1. Jaqueline Felix Garcia29 de setembro de 2013 13:12

    Niazinha destruindo infâncias... kkkk

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  2. Nandinha anda jogando Skyrim?

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  3. Eu estava conversando agora mesmo com meu namorado que a maioria das posições de vilão e mocinho é tudo questão de ponto de vista! =P Meio perturbador isso, não? (estou falando de histórias boas, não de novelas ou "vilões destruidores da humanidade inimigos do Batman" e tal hahaha)

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  4. Gabriel Alves Brandão Machado29 de setembro de 2013 17:39

    F-O-D-A-S-E! Eu sempre jogo de thief, rogue, assassin ou equivalente!

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  5. Karla de Oliveira Belliato29 de setembro de 2013 17:43

    Eita! kkk'

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  6. Bruno Terto Dos Santos30 de setembro de 2013 00:17

    Gostei muiiiito, pode ser que eu leia pouca coisa nacional, mas nunca tinha visto um anti heroi brasileiro rsrsrssrs, gostei do caminho que sua personagem tomou, no final das contas quase ninguém gosta de personagens muito certinhos, e quem gosta acha que o seu personagem é sempre o certo, porque não tenta ver o ponto de vista dos outros personagens(essas pessoas certamente ouvem som alto em transporte publico ou tem caixas de som fora do carro rsrrs). não tenho palavras para elogiar seus comentarios pós tirinha muito pertinentes, não sei se você tem uma tirinha comentada ou um post ilustrado rsrrsrsrr

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  7. Bem pensado. Tipo, os games estilo adventure ou RPG que a gente vai entrando na casa dos outros e vai fuçando sem pedir licensa. Bateu um remorso agora...

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  8. Emilio Estevam Cerchiaro2 de outubro de 2013 00:55

    Isso me faz lembrar de um jogo japonês de ps1 que fala exatamente sobre isso. Chama-se "Moon: Remix RPG Adventure". Nele você controla um garoto que é forçado a viver como figurante dentro do jogo de rpg que ele mesmo estava jogando, e descobre que sob o ponto de vista dos habitantes desse mundo, o herói que ele controlava é o verdadeiro vilão. Todos os pertences que ele conseguia em sua jornada eram roubados de outras pessoas, e todos os monstros que ele derrotava eram na verdade animais inocentes, e agora cabe ao garoto tentar consertar o estrago que ele mesmo fez enquanto estava jogando e liberar o mundo do jogo através das relações que ele estabelece com os outros personagens. Eu mal posso esperar pelo dia em que a tradução sair.

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  9. cara, eu já pensei muito nisso, por isso, certas vezes eu tinha até pena de matar os vilões, eu fiquei pensando nisso por muito tempo e agora em todo jogo que eu jogo ou livro que eu leio, começo a ver do ponto de vista dos vilões também kkkk

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  10. Nia, acho que você esqueceu de tomar o remedinho. rs

    Essa tira me lembrou aquela passagem do Austin Powers que mostra a família do capanga que o mocinho mata numa das cenas.

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  11. Se for isso mesmo, tem um velho ditado que diz: achado não é roubado.

    Você tá andando na rua, acha uma carteira sem qualquer identificação. Dentro tem dinheiro.

    O que você faz? Leva embora? Ou deixa lá? Leva na polícia?

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  12. E eu vindo aqui pra falar que é uma excelente ideia pra um jogo... You, sir, just made my day.

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  13. Nossa que tirinha legal! Isso me lembra aqueles RPGs, muito bom mesmo! sucesso para você!

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