Após analisar minhas olheiras, minha pele pálida e minha reação de sibilar e me contorcer quando a cortina é aberta e sou exposta ao Sol, pesquisadores do departamento de História da Universidade de Cambridge publicaram um estudo sobre o meu possível papel como inspiração no surgimento do mito do vampiro moderno. Seria meu comportamento aos domingos de Sol a peça do quebra-cabeça que faltava para entendermos o desenvolvimento de milênios desta figura fantástica tão querida pela ficção mundial? O estudo pode ser lido na íntegra na minha imaginação.com.
Obs.: Mentira, eu nunca deixo a janela fechada, hahahahah. Preciso deixar aberta para a Srta. Garrinhas entrar.






















