Mostrando postagens com marcador políticos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador políticos. Mostrar todas as postagens

Eleições

Como eu realmente me sinto sobre as eleições hoje em dia

Não existe candidato perfeito, até porque parece que para a pessoa chegar a uma posição expressiva na política, ela precisa aprender a "jogar o jogo" (o que frequentemente significa sujar as mãos de vez em quando). Como assim fica difícil de escolher, desenvolvi um bom método de comparação: junto todas as propostas e posicionamentos dos candidatos em uma tabelinha e vou marcando um X toda vez que posso responder positivamente à pergunta: "Darth Vader concordaria com isso?". Quem tiver menos X ganha o meu voto.

Eleitores de alguns políticos

Como realmente são os eleitores de alguns políticos, cheios de audição seletiva

Tomemos por exemplo Vlap Tepes, vulgo "o Impalador", vulgo "Conde Drácula", vulgo "Número 5 na lista de homens mais crueis da história, depois de Hitler e do cara que inventou a seção de comentários do YouTube". Se estivesse vivo e se candidatasse a governante hoje, tenho certeza de que teria uma legião imensa de eleitores.



Congresso Online de Quadrinhos!


Semana que vem acontece o CONAHQ, primeiro Congresso Online sobre quadrinhos. Tem palestras super legais na programação! A minha, "Criei meu webcomic, e agora?", acontecerá quinta, dia 9, às 22h. É completamente online e gratuito, basta se inscrever lá no site. Fica a dica! :)

Debate político


Será que a possibilidade de fazer piada dos candidatos das eleições consegue atrair os jovens para a política e ensiná-los o suficiente para se engajarem e votarem com consciência? Provavelmente não, mas quero pensar que sim. Mesmo que seja só um sonho ou delírio meu, é reconfortante acreditar nessa realidade utópica onde a zoeira tem papel social.

Obs.: Mas ainda estou querendo repostar a campanha pelo voto consciente das últimas eleições, mesmo assim.


Corrupção


Reflexão filosófica do dia: eu sempre acreditei que não existisse bem ou mal, mas sim dois pontos de vista diferentes. Depois de anos vendo tantas atrocidades, porém, fica difícil continuar pensando assim. Como diz o escritor Alex Castro, "o mal é a falta e empatia". Adicionando a explicação do psiquiatra Fábio Barbirato, "você causa mal a alguém porque não está preocupado se a pessoa vai se machucar fisicamente ou emocionalmente". Diante de todos esses indivíduos que não prestam atenção aos outros e que lhes fazem mal a fim de conseguir o bem próprio - como tantos políticos aí -, será que posso enfim classificá-los definitivamente como pessoas más?

Robin Hood

 

"Engraçado," comentaria a moça do banco, observando o homem amarrado e se contorcendo, "a voz dele parece um pouco abafada". "Ah, ele tá gripado", eu responderia. Nós duas sorriríamos e proseguiríamos despreocupadamente com a transação. Afinal, aquilo seria só tomar de volta o que era nosso desde o início, não?